Cristiano Matos, Advogado

Cristiano Matos

Goiânia (GO)

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Direito Militar, 57%

Ramo do Direito relacionado à legislação das Forças Armadas. Tem a sua origem no Direito Romano, ...

Direito Penal, 42%

É o ramo do direito público dedicado às normas emanadas pelo Poder Legislativo para reprimir os d...

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Cristiano Matos, Advogado
Cristiano Matos
Comentário · há 8 anos
O problema da violência urbana, na maioria das vezes, tem sido abordada sob a cosmovisão da mão esmagadora do Estado, da Casa Grande versus Senzala, da necessidade de deixar evidenciada a linha que divide nós e eles, ricos e pobres, e outras abordagens sem significado prático.
O enigma que hoje o Estado tem pra resolver, por meio de seu braço armado, não foi criado por ele próprio, ainda que em alguns momentos a organização estatal não atenda as prioridades básicas da sociedade em seu tripé rasteiro, como saúde, segurança e educação.
Não se avalia e critica o Ser como ente de direito e vontades próprias que definem o seu próprio destino, inclusive com escolhas certas e erradas. E a deturpada filosofia hoje disseminada põe dúvida, em alguns, na avaliação do que seja certo ou errado, com forte impacto no que é legal e ilegal. Pra cada erro cometido por esses cidadãos, o Estado (o outro lado da sociedade, que pauta-se pela legalidade) é acusado por exageros, inércia ou ineficácia em suas ações. Puro vitimismo.
Tomemos como exemplo o caso da fuga em massa de venezuelanos para o Brasil, Colômbia e demais países alheios as suas escolhas e decisões. Muitos dos que hoje desesperadamente tentam sair do seu país, foram os responsáveis por sua derrocada social. Assim, quando vive-se numa favela, experimenta-se outro estado, onde cada alma decide por conta própria o que deve fazer. Gatonet, feira de produtos roubados, porte de arma de guerra, pedofilia, estupros, contrabando, tráfico de drogas, corrupção eleitoral definidas como "bolsas" e a mais tenra e poética ação de soltar balões. Quem não atua diretamente permite, por omissão de muitos, que esse estado irregular continue existindo. Quando os seus agentes extrapolam os limites territoriais desse insólito estado, levam o terror e o caos a todos. Nesse momento o verdadeiro Estado não pode agir, senão vigiado e controlado por ONGs e Associações do Boi da Cara Preta. A mídia descompromissada também faz o seu papel.
Qual a solução pra isso? Socialismo. Vestindo um Desmond Merrion, eis que aparece o mágico para dividir do seu pobre apartamento em Ipanema, Copacabana, Barra ou Ondina, riqueza, paz e amor entre todos, mesmo sabendo que esse remédio não é o que a maioria dos pacientes desejam. Utópico, não?
Contra um fuzil, uma flor.
Pronto. Tá resolvido o problema. A pergunta que fica é: quem irá fazer esse heroico escambo, in loco, fora das redes sociais, reuniões acadêmicas, artigos científicos, e outros tantos acalorados debates. Somos os verdadeiros brasileiros que coloca o Estado num eterno conto, onde, se ele corre o bicho pega, se ele fica o bicho come.
Nesse mesmo conto a tartaruga encontra-se no galho mais alto da árvore. Sabendo-se que não foram os militares que a colocaram naquele lugar, a missão por eles recebida é removê-la.
Quando será lançada a próxima versão do Iphone?
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